“Relativismo cultural”: uma frenologia inversa

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Tem uns fisólofos que mergulharam no vórtice de chorume do subjetivismo, do ceticismo e do relativismo absoluto e uns anpotrólogos que os levaram a sério.

E assim surgiu o “relativismo cultural”: coisa de quem gosta de comer cocô. É uma espécie de frenologia inversa.

Mais anti-ontológico que isso, nem mesmo a teologia.

Se vc for se arriscar a ler o festival abstrato de poesia concreta que esse pessoal chama de “trabalho acadêmico”, pule parágrafos, leia de trás pra frente, da direita para a esquerda etc. Não faz diferença. É tudo consistente como o vácuo.

Na verdade, os empoderados autores (normalmente, avalistas da cultura alheia) deviam apresentar seus escritos a um laboratório de exames escatológicos.

Quanto a mim, só aceitaria ler um trabalho desses se escrito em uma linguagem humana, de preferência em português.

Mas eu não faço e não avalio pesquisas em antropologia da cultura bacteriana.

escher_relativity
devagar se vai ao longe, especialmente se o longe estiver perto

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